Muito Mais que Paixão

um romance independente da série MUITO MAIS

Um pai desesperado para salvar sua filha. Uma médica lutando por uma cura. E dois corações partidos que só podem ser curados juntos.

A tragédia os uniu. Um milagre pode separá-los.

Ava Larsen está muito ocupada terminando sua residência em oncologia neuro-pediátrica para encontrar o amor… E ela sabe como é ter um coração partido. Ela está certa que beijar o lindo desconhecido na noite anterior não foi nada além de um erro perigoso, mas prazeiroso — um que ela não repetirá.

O bilionário viúvo Aleksander Maximilian é um dos homens vivos mais poderosos, mas ele é incapaz de salvar sua filha Olivia do câncer. Os médicos lhe garantiram que seria melhor ela aproveitar seus últimos dias em casa. Para realizar a vontade de Olivia de passar o seu último Natal em Lake Tahoe, ele contrata a melhor equipe de atendimento domiciliar do ramo.

Acontece que a chefe da equipe é uma mulher de tirar o fôlego, com quem ele compartilhou um beijo inesperado, que o deixou em chamas. Mas este é o pior momento para Aleksander finalmente ter sentimentos passionais por alguém, sem mencionar que é estritamente proibido para Ava se envolver com o pai de sua paciente.​

MUITO MAIS que PAIXÃO, o segundo livro da série MUITO MAIS, é um romance independente, mas a leitura na ordem garante mais prazer.​

O livro físico pode ser comprado...

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Elogios para Muito Mais que Paixão:

“Um maravilhoso cruzamento entre o drama doloroso de Nicholas Sparks com a paixão de um típico romance bilionário.” ~ Chelsea

 

“Este é o tipo de livro que você nunca esquecerá.” ~ Judy A. Philips

“História maravilhosa, inspiradora. (…) Leva você do inferno ao céu.” ~ Cynthia Daniel

“Uma história profundamente comovente sobre amor e devoção.” ~ Jeanne

“Esta é uma história romântica incrivelmente linda e emocionalmente sexy escrita por uma autora maravilhosa.” ~ Charles Smith

Veja o trailer em inglês!

“Fantástico!!! 10 estrelas!!! Este livro é tão bem escrito que você simplesmente desliza pela história.” ~ Karen L​

“Serruya me levou em uma montanha russa emocional, com cenas dolorosas de partir o coração… uma história que flui lindamente… Me fez chorar… Mas também me fez sorrir, certa que um Final Feliz ainda poderia ser encontrado depois de tudo.” ~ Di

“Emocionalmente carregado, poderosamente evocativo, vai fazer você virar as páginas rapidamente até o fim. Cristiane Serruya irá arrancar lágrimas de você, mas deixará você se sentindo elevada e esperançosa. Uma leitura obrigatória para os amantes de romance!” ~ Margie

e leia os 5 primeiros capítulos.

Ou desça mais um pouco e leia o 1º capítulo de Muito Mais que Paixão!

Capítulo 1

Aleksander observou Olivia enquanto ela dormia, respirando com dificuldade, e ele se perguntou se ele estaria lá, observando-a assim, quando ela desse seu último suspiro.

O cabelo de Olivia já tinha sido longo e loiro-escuro, mas devido à série de tratamentos de quimioterapia, ela havia perdido todos os fios. Até mesmo suas sobrancelhas e longos cílios haviam caído.

As pálpebras sem cílios de Olivia se agitaram e seus grandes olhos azuis abriram e o encontraram imediatamente.

— Bom dia, Papai — ela cumprimentou com um bocejo.

Com o diagnóstico ainda martelando em sua mente, Aleksander mal conteve as lágrimas. — São quase sete da noite — ele disse com uma risada tensa. — Você está dormindo há algum tempo.

— Oh — disse Olivia, bocejando novamente.— Toddy e eu brincamos com muitos amigos hoje. — Ao ouvir seu nome, Toddy se animou por um momento e lambeu a mão dela, e Olivia gentilmente acariciou sua cabeça dourada. — E ainda estou um pouco cansada do meu último tratamento.

— Eu sei. — Enquanto Olivia dormia, Aleksander debateu consigo mesmo se deveria dizer a sua filha que seus médicos tinham declarado sua doença terminal, mas decidiu por não fazê-lo. Ele não via razão para que Olivia ficasse com o pensamento fixo na morte, embora soubesse que teria que falar sobre isso com ela mais cedo ou mais tarde. Melhor, mais tarde. — Você não terá que fazer mais tratamentos a partir de agora ou vir mais para o hospital. Os médicos querem que eu leve você para casa.

Ele esperava tristeza e lágrimas – Olivia não era uma menina ingênua, muito pelo contrário, e ela sabia o que ir para casa significaria – mas, em vez disso, os olhos de Olivia se iluminaram. — A enfermeira Sydney disse que eu teria mais energia por um tempo sem a quimioterapia. Eu estou tão animada.

— Animada?

— Sim, isso significa que podemos ir ao Chalé este ano, certo? — Olivia perguntou, referindo-se a casa de campo deles em Lake Tahoe.

— Pro Chalé? Tem certeza de que terá energia para ir? — Ela não está muito doente para ficar tão longe do hospital?

— Eu vou ter energia suficiente — disse Olivia com um sorriso. — Vou usar minhas roupas mais bonitas e brincar e talvez até correr na neve. Eu não posso esperar!

Aleksander sorriu então, um sorriso genuíno que durou apenas alguns segundos, mas mesmo esses segundos eram uma raridade desde que ele soube que seus tratamentos não estavam mais funcionando. — Bem, então, eu acho que nós teremos que ter certeza que você vai ao Chalé antes... — Antes de você me deixar. — Antes de você se cansar de novo.

— Podemos ter um jantar de Ação de Graças, uma noite de Natal e uma festa de Ano Novo também?

— Você quer festas? — Aleksander perguntou estupidamente. Depois de perder Rachel e agora sabendo que perderia a filha, sua única filha, o espírito natalino era a coisa mais distante de sua mente.

— Sim! Com peru assado, renas e uma árvore real que podemos decorar.

— Claro, podemos ter o que você quiser, Pituca — disse Aleksander. Tudo o que ela pedisse, ele iria conceder. Ele daria a ela qualquer coisa que o dinheiro pudesse comprar, mas todo o dinheiro do mundo não poderia comprar o que ele mais desejava para ela.

— Vou fazer uma lista do que precisamos — disse ela, estendendo a mão para seu novo diário e lápis, que estava na mesa de cabeceira em cima do que ela tinha terminado de preencher no dia anterior.

Aleksander entregou-os a ela com um sorriso. Sua filhinha era uma escritora ávida. Olivia e seus diários eram famosos no hospital, neles ela anotava o que estava fazendo e como estava se sentindo, e fazia listas sobre tudo.

— Sr. Maximilian — Sydney chamou pela porta depois de uma batidinha.

— Entre.

Ela entrou com uma bandeja na mão. — É hora de Olivia jantar e tomar a medicação.

— Claro — Aleksander disse, se colocando em pé.

Sydney posou a bandeja no suporte ao lado da cama de Olivia. — Oh, o senhor não precisa ir ainda. 

— Sim, eu sei, mas, bem, eu preciso. Estou me encontrando com alguém hoje à noite e tenho muito o que fazer para me preparar para levar a Olivia para casa amanhã.

Ele viu o olhar confuso atravessar o rosto de Sydney. Era um olhar que ele podia ler sem muito esforço. Ele pensou em esclarecer sua frase, tranquilizando Sydney que ele não estava, de fato, deixando Olivia para ir conhecer uma mulher, mas ele não se deu ao trabalho. Ele não tinha tempo, nem interesse em perseguir mulheres; e muito menos energia para desfazer impressões errôneas.

— Aproveite seu encontro — foi tudo o que Sydney disse em resposta.

Aleksander beijou Olivia na testa e deu um tapinha nas costas de Toddy. — Seja boa, Pituquinha. Vejo você de manhã para trazê-la para casa.

— Está bem. Te vejo amanhã. Te amo, Papai.  

— Te amo loucamente, Pituca.—  Aleksander sorriu brilhantemente e acenou com a cabeça uma vez para Sydney antes de partir.

Ele manteve o sorriso de despedida em seu rosto até chegar no conforto do banco traseiro de seu BMW preto e seu motorista fechar a porta.

Só então, com sua imagem refletida na divisória fechada, Aleksander deixou as lágrimas rolarem lentamente por seu rosto.​

Park Avenue

Cobertura de Markus Blackthorn

21:00

 

— Tenho más notícias e tenho notícias piores — disse Aleksander, olhando para os seus sócios. Quando ninguém respondeu com outra coisa além de olhares preocupados, ele continuou: — Eu não vou poder ajudar com o acordo russo por um tempo porque Olivia piorou. Acabei de chegar do hospital.

— Toma. — Markus Blackthorn, sócio de Aleksander, colocou um copo de uísque Macallan em sua mão.

— Obrigado — disse Aleksander, engolindo sem provar. Ele deu boas-vindas à mordida ardente que queimou sua garganta. Qualquer tipo de dor era preferível ao infernal tormento de saber que sua filha ia morrer.

— O que eles disseram? — Perguntou Benedict Lockeheart, seu outro sócio.

— Eles querem que eu a leve para casa — ele expeliu, inclinando a cabeça nas costas do sofá e olhando para o teto da sala de Markus. — Eles disseram… ​​que continuar o tratamento só prolongaria sua vida sem melhorar a qualidade. Que seria melhor se ela passasse os restantes de seus dias no conforto de sua própria casa, cercada pelas pessoas e coisas que ela ama.

— Merda, cara, sinto muito — disse Benedict, e, por hábito, moveu a mão como se para confortar Aleksander, mas depois deixou que caísse de volta em seu colo.

Aleksander colocou a mão sobre a de Benedict e apertou. Desde que seu sócio perdera a visão em uma explosão criminosa na empresa farmacêutica deles, aqueles pequenos gestos reveladores estavam diminuindo, mas eles ainda aconteciam. — Obrigado.

— Você contou a ela? — Markus perguntou, sentando ao lado de sua esposa, Hannah.

— De certa forma. Eu perguntei se ela queria ir para casa por um tempo. — Aleksander suspirou. — Você sabe o que ela me disse? Ela quer passar as férias em Lake Tahoe. E ela quer que tenhamos muitas festas, começando pelo jantar de Ação de Graças, uma noite de Natal e uma festa de Ano Novo.

— E? — Perguntou Benedict.

— Assim que eu encontrar uma equipe de homecare confiável – e um médico – para levar conosco, voaremos para lá. — Ele balançou a cabeça. — Eu preferiria ter as mesmas enfermeiras que já estão tratando dela. Ela gosta delas e seria mais fácil para mim também, já que elas a conhecem…

— Deixe-me ajudar, Alek — disse Hannah, falando pela primeira vez. — Eu vou reunir esta equipe para você amanhã.

Ele podia ouvir a emoção sufocada em sua voz. Hannah havia perdido a mãe para o câncer de mama alguns anos antes e, depois de se casar com Markus, dedicava grande parte de seu tempo à angariação de fundos para pesquisa e ainda fazia voluntariado em hospitais. Estar grávida agora a tornava ainda mais sensível ao problema dele e de Olivia. Ele endireitou o pescoço e deu um sorriso triste. — Agradeço.

— Amanhã de manhã, falarei com o administrador do hospital — disse ela, sabendo que o poder do dinheiro deles era de grande ajuda em um momento como aquele. — Que horas você vai estar lá?

— Sete, provavelmente — disse ele. — Eu gosto de estar presente para o café da manhã de Olivia. As enfermeiras dizem que ela come melhor quando estou por perto.

— Vou estar lá também — disse ela, tentando abafar um bocejo. — Desculpa. Parece que estou sempre com sono.

— Então é hora de levar meu filho para a cama — assinalou Markus, passando a mão sobre a barriga de Hannah. — Ainda temos algumas coisas para discutir.

Os homens se levantaram e ela beijou o marido carinhosamente no rosto, e depois Benedict. Então ela parou na frente de Aleksander e deu-lhe um abraço apertado. — Eu prometo a você isso: Olivia terá todas as festas dela.

Ela não tinha dito a palavra – ela poderia nem ter pensado nela – mas ele mesmo assim ouviu: as últimas festas dela.

Nova Iorque, Manhattan

Sloan Kettering Memorial Cancer Center

Segunda-feira, 9 de novembro de 2015

18:00

 

Era uma sentença de morte que ele carregava.

E, ao mesmo tempo, era quase libertador.

— Ela tem apenas dois meses, três no máximo. Você deveria levá-la para casa.

As palavras ditas em uma voz masculina suave, alguns minutos atrás, ainda ecoavam na mente de Aleksander Maximilian enquanto ele andava em direção ao quarto de hospital onde estava sua filha.

Catorze meses atrás, quando ele foi informado pela primeira vez que sua filha de oito anos, Olivia, estava sofrendo do que poderia vir a ser uma doença terminal, ele e sua esposa, Rachel, agarraram-se à esperança com todas as forças.

Com 39 anos de idade na época, ele já era um dos homens mais poderosos e influentes dos Estados Unidos da América, e se as estatísticas dissessem que havia uma chance de sua filha viver, então ela viveria.

Ele forçou-se a sorrir antes de abrir a porta e viu uma Olivia adormecida e seu inseparável golden retriever. Toddy ergueu a cabeça dourada, os ouvidos atentos. Identificando o intruso como Aleksander, baixou a cabeça de novo para a coxa de Olivia.

Uma das enfermeiras privadas de Olivia, Sydney Campbell, levantou-se da cadeira ao lado da cama. — Boa tarde, senhor Maximilian.

— Olá, Sydney. — Ele passou a mão sobre a cabeça de Toddy. — Ela está cansada hoje de novo?

— Não exatamente. — Sydney sorriu e acrescentou: — Ela e Toddy se juntaram aos cães visitantes e outras crianças e tiveram uma manhã movimentada. Ela está apenas tirando um soninho.

— Você pode tirar uma longa pausa para o seu lanche — disse a ela, e quando Sydney abriu a boca, ele acrescentou, — Eu lhe envio uma mensagem se ela precisar de alguma coisa.

— Por favor, faça isso.

Uma das coisas que Aleksander gostava muito era que a equipe do hospital realmente se importava com seus pacientes. Ou isso, ou eles são excelentes em fingir… Estou me tornando cínico.

Tirou o paletó, colocou-o no armário e, antes de entrar no banheiro adjacente para lavar as mãos, voltou-se para Sydney e disse: — Vamos para casa amanhã.

Tristeza velou o rosto da jovem enfermeira – mas não surpresa, ele notou – enquanto ela balançava a cabeça, e isso apenas fazia o peso em seu coração ainda mais difícil de carregar. Então, realmente não há esperança alguma.

Enquanto lavava as mãos, evitou se olhar no espelho. Fazia algumas semanas desde que eles o informaram que o tumor cerebral de Olivia não estava mais respondendo à quimioterapia, mas ele continuava a ter esperanças enquanto os médicos continuavam com o tratamento.

De volta ao quarto, ele sentou onde Sydney estivera e pegou a mão magra de Olivia na dele. A garota soltou um suspiro de satisfação, como se soubesse que seu pai estava lá, mas não acordou.

Quando ele enterrou Rachel, apenas um mês depois que Olivia tinha sido hospitalizada, ele fez uma promessa em seu túmulo de que ele iria mover montanhas e não deixaria pedra sobre pedra até que Olivia estivesse curada.

E não tinha ficado pedra sobre pedra no mundo todo. De um oncologista pediátrico alemão a um neurocirurgião britânico – incluindo um cirurgião espiritual brasileiro e um xamã canadense – uma parada de médicos – e praticantes curiosos de várias artes de cura – ele trouxe todos para Manhattan para consultar sua filha.

No entanto, toda a sua riqueza e influência não haviam fornecido uma cura para ela. Agora, sua doce e pequena Olivia tinha apenas dois meses – três, no máximo – para viver.

Eu falhei com você, Rachel. Seus lábios se curvaram para baixo e ele teve que piscar para afastar as lágrimas que se acumulavam em seus olhos. Eu falhei com vocês duas.

Antes de sair da sala, Sydney parou ao lado dele e suavemente pôs a mão em seu ombro. — Eu sinto muito, Sr. Maximilian. 

Aleksander engoliu o nó na garganta e sussurrou: — Eu também, Sydney. Eu também.

Upper East Side, Quinta Avenida

Cobertura de Aleksander Maximilian

20:30

 

Aleksander ligou o chuveiro e entrou debaixo da água morna, esperando lavar um pouco da impotência que pesava em seus ombros.

Quando ele saiu para pegar uma toalha, seus olhos captaram seu reflexo no espelho.

Ele mal se reconheceu.

Seu cabelo úmido já passava da nuca; muito mais comprido do que quando usava ele longo nos seus vinte e poucos anos, e o seu rosto ostentava algo que não era a costumeira barba bem cuidada. Ele parecia meio selvagem.

Ele não via o seu barbeiro de sempre há mais de um mês. Não sentia necessidade de um corte de cabelo de trezentos e cinquenta dólares, ou a coleção de ternos e sapatos italianos que enchiam seu quarto de vestir em Manhattan. Ele era apenas uma sombra do empresário bem vestido que ele já tinha sido. Aquele homem foi colocado em estado de espera quando Rachel morreu e Olivia piorou.

Mas não foi seu cabelo ou rosto que o fez não se reconhecer.

Estava nos olhos dele.

Os olhos de um homem assombrado por um futuro fantasma. Preocupado com algo que ninguém mais podia ver, corroendo sua vitalidade e deixando-o oco.

Ele passou a mão pelo queixo e pegou o aparador elétrico.

Assim que ele terminou de cortar os pêlos faciais, a tela do celular piscou, informando-o de uma ligação de Thaddeus, seu irmão mais velho.

Com um suspiro, ele respondeu: — Sim?

— Você está vindo comigo para o Rose Bar esta noite, certo? 

Ele não estava com vontade de sair. Ele não tinha mais vontade de nada. Mas quando ele imaginou voltar para sua cobertura vazia e silenciosa, a imagem lhe deu depressão. — Sim, Thaddeus.

— Boa. Você precisa de um pouco de diversão em sua vida. Ajuda a combater a depressão.

Aleksander revirou os olhos, nada entusiasmado por Thaddeus estar novamente enfiando o nariz onde não era chamado. Ele estava cansado de ser analisado como um paciente por todos, embora ele não pudesse dizer que a análise de seu irmão estava errada. — Eu vou parar nos Blackthorns e me encontro com você lá no bar. 

— E tire essa sua Ferrari do esconderijo — disse Thaddeus. — Qual é o sentido de ter toda essa super potência de metal negro se ela fica parada na garagem?

Aleksander suspirou. Novamente. Talvez a atmosfera elétrica do bar dissipasse um pouco do seu humor sombrio. Ele precisava estar bem para manter o ânimo de Olivia para cima. — Vejo você às dez.

 

E...

Compre agora e leia a história de Aleksander, Ava, e Olivia.

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