Muito Mais que Desejo

um romance independente da Série MUITO MAIS

Ele precisa de uma mulher para se passar pela esposa perfeita — sexo incluído, mas não emoções.

Todo mundo conhece a vida amorosa selvagem do bilionário Markus Blackthorn — está em todos os jornais. Foi por isso que ele perdeu a custódia de Victória, sua filha de quatro anos. Mas ele tem um plano para recuperá-la — se ao menos ele puder encontrar a esposa perfeita para contratar.

Ninguém sabe que Hannah Kristensen está se afogando em dívidas — exceto um perigoso agiota. Perder o seu emprego é apenas a última catástrofe de sua vida. A louca oferta de Markus Blackthorn pode ser exatamente o que ela precisa para se salvar — se ela puder evitar se apaixonar pelo último homem a quem ela deveria amar.​

Ela precisa pagar uma dívida antes que acabe com as pernas quebradas — ou pior.

apple_books_2.jpg
nook.jpg
google-play-badge.png
App Kobo.jpg

O livro físico pode ser comprado...  

Logo Americanas Fundo Transparente.png
Logo Submarino Fundo Transparente.png

EM BREVE!! Para versões compatíveis com o Kindle, compre na...

Elogios para Muito Mais que Desejo
Assista ao trailer original em inglês

"Um romance brilhante para o qual eu dou o meu selo de aprovação." ~ Tears of Crimson Blog 

"O estilo de escrita é único, a história cativante, e os personagens apaixonantes (até aqueles que você odeia são memoráveis)." ~  Cover to Cover Book Blog

 

"Eu odeio que o livro tenha que acabar, mas como nós sabemos todas as coisas boas devem chegar ao fim." ~ Kindle Customer

"Muito Mais que Desejo é simplemente... Mais." ~ Vivi

Trailer do livro So Much More
 
Prólogo

Estados Unidos da América

Nova Iorque, Manhattan

Sábado, 27 de outubro de 1984

21:00

 

— Não. Não vou dormir. — Ele bufou e cruzou os bracinhos sobre o peito. — Mamãe e papai estão chegando a qualquer minuto.  

Os olhos da babá estavam cheios de pena enquanto olhava para o menino de cinco anos que estivera andando o dia todo de cômodo a cômodo no elegante apartamento, esperando que seus pais aparecessem… mesmo que fosse para um abraço de um minuto. 

Ela não tinha a coragem de lhe contar que seus pais estavam, neste exato momento, do outro lado do estado de Nova Iorque numa parada de última hora da campanha do seu pai, o Senador. — Deixa eu te dizer. Por que você não coloca seu pijama e sobe na cama? Podemos assistir um pouco de televisão enquanto esperamos por eles.

— Ok. 

Ela levou o garoto para o quarto decorado com o tema Os Super Amigos, ajudando-o a vestir seu pijama vermelho e azul de Super-homem e entrar debaixo das cobertas. Na prateleira ao lado da TV, ela selecionou duas fitas de video VHS e as segurou para ele ver. — Vamos assistir A Fantástica Ilha do Patolino ou O Ursinho Puff e um Dia para Bisonho?

Com apenas uma olhadela para os filmes, ele deu de ombros.

— Tudo bem. Então eu escolho — disse ela, sorrindo. — Será Patolino. — Ela ligou a TV e o vídeo, iniciou o filme, então sentou-se ao lado da cama.

Enquanto eles assistiam ao filme, ela ficou feliz de ver que sua ideia teve o efeito desejado, distraindo-o e fazendo-o rir de vez enquanto. Mas tão logo terminou o filme, o menininho olhou para ela.

— Eles se esqueceram novamente, não?

A mulher fez um carinho no seu cabelo. Ela estava cansada de dar desculpas pelos pais dele, mas para o menininho não ficar triste, ela disse: — Eles provavelmente ficaram presos no trânsito. Amanhã, eles estarão aqui com muitos presentes, garanto. Por que você não dorme agora? 

Os lábios dele tremeram mas ele engoliu as lágrimas. Seu pai havia lhe dito que homens não choram e ele queria que seu pai se orgulhasse dele. — OK. Boa noite, Elsie. 

— Boa noite. — Antes da babá apagar a luz, num impulso, ela trouxe o menino ao seu peito largo e deu-lhe um abraço apertado e um beijo. — Feliz aniversário, Markus.​

Capítulo 1

Manhattan, Quinta Avenida

Sede da The Blackthorn Corporation

Terça-feira, 30 de setembro de 2014

12:30

 

Ninguém imaginaria que havia alguma coisa errada na vida perfeita de Markus Blackthorn.

Aos trinta e quatro anos, ele era um empresário bem sucedido. Alto, ombros largos, mais em forma do que muitos homens mais jovens do que ele e belo quanto poucos poderiam ser; reverenciado – e igualmente invejado e odiado – por muitos, não apenas pelo seu sucesso, sua fortuna e boa aparência, mas também por causa dos sua maneira fria e bem sucedida nos negócios.

Filho único de pais que já haviam perdido a esperança de ter filhos, Judith e o Senador Elijah Blackthorn o amavam – do jeito deles.

No segundo grau, havia sido o linebacker popular do time de futebol americano que toda garota desejava e o aluno que todos os professores elogiavam. Ele foi para a faculdade de Direito de Harvard, graduando-se com honras máximas, terminando sua carreira de estudante com um MBA da NYU.

Com um empréstimo da sua mãe e grandes sonhos para empurrá-lo, Markus abriu a Blackthorn Corporation com dois dos seus melhores amigos de faculdade como sócios minoritários e nunca parou de crescer. Agora, onze anos mais tarde, ele só tinha que assinar o contrato na sua frente para se tornar um dos homens mais poderosos dos Estados Unidos.

Desenroscando a tampa da sua caneta Cartier, Markus suprimiu um sorriso enquanto assinava seu nome no contrato, passando o controle da Haskell & Sons, o laboratório farmacêutico mais cobiçado do mercado, para sua empresa. 

Adquirindo uma nova empresa sempre lhe dava orgulho e satisfação. Ele estudara a Haskell & Sons por muito tempo, esperando o momento perfeito para dar o bote, quando eles estava mais fracos. Tudo que tinha que fazer era mostrar seu poder e fazer uma oferta que eles não poderiam recusar, mesmo se fosse bem inferior do que eles prefeririam. Não que ele se importasse, na verdade. Era como o mundo dos negócios funcionava e ele não iria mudá-lo.

Mais tarde, ele sentiria um pouco de arrependimento pelas mudanças que iria inevitavelmente fazer na empresa. Muitas pessoas iriam perder seus empregos quando ele as substituísse por pessoas de sua confiança.

Guardando a caneta no bolso interno do terno, ele passou a pilha de papel para os outros assinarem e se recostou na cadeira.

Após todos os contratos terem sido assinados e entregue aos advogados, ele levantou-se e cumprimentou cada um na sala com um sorriso no rosto, acompanhando-os até a porta e ao elevador privado que servia somente ao seu andar.

A porta de aço refletia a imagem que ele projetava ao mundo, mesmos assim, com toda a sua aparência de bem sucedido, havia um buraco negro gigante no peito de Markus. 

Havia começado como uma dormência cerca de três anos atrás quando ele descobrira a ex-miss Venezuela Nicola Gonzalez, com quem havia casado cinco anos antes num impulso estúpido, na sua cama com outro homem. 

Seu coração e sua vida mudaram totalmente. Ninguém viu. E nem ele mesmo se permitiu reconhecer o acontecido. 

Ele requereu com o divórcio e a custódia da filha Victoria, agora com quatro anos, a quem ela amava acima de tudo. Nicola ganhou a custódia e saiu do casamento com um apartamento luxuoso e uma mesada generosa. Markus requereu uma mudança na custódia e Nicola estava lutando com unhas e dentes. Não que estivesse desesperada para ficar com a garota. Ela apenas queria um jeito de manipular o dinheiro dele. 

Não tinha havido escassez de belas mulheres para aquecerem sua cama desde o divórcio, mas nenhuma havia tocado seu coração. Não que ele estivesse interessado em amor. Ele havia desistido de romances. As mulheres eram para nada mais do que sexo, um jeito de aliviar o estresse.

E a dor o estava consumindo totalmente desde que Nicola tinha questionado sua habilidade em ser um bom pai e começou a violar os termos da sua visita, depois que a babá de Victoria abandonou o emprego alegando que a fila sem fim de mulheres em sua vida não era um bom exemplo para uma criança pequena. 

Ainda assim ninguém reparou na sua dor. 

Markus era ligado à riqueza opulenta, poder e sucesso e era desse jeito que todos o viam.

E ele gostava daquilo.

Antes de ele retornar a sua sala, seu secretário Thomas Deacon disse: — Sr. Blackthorn, a Srta. Kristensen chegará em breve. 

— Srta. Kristensen? — Perguntou ele, não reconhecendo o nome.

Thomas olhou para suas anotações. — Uma das candidatas para a posição de nova babá da Victoria.

— Isso não deve levar mais do que alguns minutos — Respondeu ele distraído. 

Não era exatamente uma tutora que ele precisava apesar do anúncio que colocara afirmar aquilo. Sim, ele precisava de alguém com classe e nível de escolaridade suficiente para acompanhá-lo como tutora da Victoria, mas após a proposta do seu pai de achar uma noiva falsa – e seu advogado caríssimo, que concordava com a ideia, ir além e sugerir uma esposa falsa – ele achou que havia alguns benefícios na ideia.

Pessoalmente, entrevistou cinco candidatas que haviam passado por um escrutínio vigoroso do seu advogado, mas até agora nenhuma o havia tocado como aquela que ele gostaria de compartilhar seu lar por pelo menos um ano inteiro. E ele ainda não estava totalmente convencido de quão brilhante era a ideia. Homens inteligentes não andavam por aí alugando esposas fakes sem parecer bastardos desgraçados. 

Apesar de ele ser um homem de negócios frio e também um mulherengo, ele já tinha problemas o bastante com mulheres na sua vida. 

14:50 

 

Enquanto Hannah Kristensen atravessava o lobby com ar condicionado, cabeças masculinas viravam em sua direção. Há muito tempo atrás, ela teria ficado lisonjeada por tal atenção, hoje não mais. 

Com apenas vinte e seis anos, ela não tinha tempo para homens – e não estava muito interessada em relacionamentos. Sua vida era uma bagunça só, e ela culpava todos os homens que haviam atravessado o seu caminho e o da sua mãe por isso.

— Hannah Kristensen para o Sr. Blackthorn — disse ela, dando sua identidade para a recepcionista.

Devolvendo sua identidade após ter falado com Thomas e ter tirado a foto de Hannah, a mulher instruiu: — Último elevador, à direita. Vai te levar direto ao último andar.

Quando as portas de aço se fecharam e o elevador começou a subir com um movimento suave que gritava muito dinheiro, Hannah organizou seus pensamentos em torno do que estava para acontecer e resistiu à vontade de verificar seu reflexo no espelho. O que quer que Markus Blackthorn pense sobre minha aparência, não importa.

Mas ela sabia que aquilo não era verdade e o gesso no seu braço esquerdo a lembrava daquilo. Ela precisava que ele gostasse dela.

O pequeno anúncio que ela havia respondido há algumas semanas antes era estranhamente conciso e preciso: Família procurando candidatas jovens por tempo integral para uma posição de longo tempo como educadora de criança em casa. Contrato de no mínimo um ano com possibilidade de renovação. Deve estar disposta a trabalhar sete dias por semana, longas horas e viajar para o exterior. Não deve ter outros compromissos. Idade entre 25 a 30. Salário de 500k por ano, mais despesas. 

Ela recebeu uma ligação alguns dias depois de ter preenchido o formulário online e enviado os documentos solicitados para uma caixa postal. Eles queriam fotos de rosto e corpo, cópias de identidade e passaporte, exames recentes e completos e seu CV – que incluía apenas dois anos como professora de jardim de infância, além de um ano como professora particular de uma criança especial e um serviço de babá por duas vezes na semanas, ambos para famílias ricas de Nova Iorque.

Entrevista marcada, com uma confiança que ela estava longe de sentir, Hannah foi para  Manhattan e achou o endereço – com uma fila longa de mulheres esperando. Todas parecendo muito mais bem qualificadas do que ela, e notou com estranheza que eram todas belas e estavam elegantemente vestidas, mas ela não deu muita bola para aquilo. Uma por uma, as mulheres haviam entrado na sala e depois de cerca de meia hora, elas saíram, suas expressões confiantes enquanto olhavam as candidatas restantes. 

Sr. Jones, um homem de meia-idade bem apresentado, vestindo um terno caro de homem de negócios e sem uma sombra de sorriso no rosto, a chamou ao seu escritório luxuosamente decorado. Ele fez mil e uma perguntas a ela, mas não falou muito sobre o trabalho. 

Sua necessidade e desespero a fez perguntar: — O que exatamente será este serviço? 

— Se você passar para a próxima fase, você receberá mais detalhes. 

As entrevistas haviam passado de estranhas para bizarras e a havia trazido a este lugar.

As portas do elevador se abriram, interrompendo suas reminiscências. Seus instintos gritavam para ela correr, mas ela não se deu a chance de hesitar. Ela andou direto e firme pela impressionantemente longa área da recepção.

— Bom dia. Sou Hannah Kristensen — Disse ela para o assistente de Markus.

— O Sr. Blackthorn está te esperando. — Thomas consultou seu relógio. — Ele tem outra entrevista em menos de trinta minutos, Srta. Kristensen, então, por favor, seja breve.

Ela sentiu seu sangue começar a ferver. A família Blackthorn havia sempre tratado os outros com se fossem moscas chatas. Sua mãe – e ela – certa vez já sofreram da falta de preocupação deles com os outros seres humanos. 

Eu levarei o tempo que precisar. Empurrando as memórias dolorosas para longe, ela virou-se vagarosamente e fixou o homem baixo com toda a força do seu olhar. — O que você disse?

— Eu... — A voz de Thomas sumiu. — Nada, senhorita.

— Ah, bom — murmurou ela, e não esperando por ele para ajudá-la, ela bateu na porta e virou a maçaneta, abrindo a porta do escritório de Markus.

 

 

 

 

Pensamentos de como lidar com a Haskell & Sons voaram da cabeça de Markus quando a porta foi aberta com firmeza e uma jovem visão fez-se entrar.

Bela e atraente, inequivocamente feminina mas reservada, mesmo vestida com um terno cinza escuro de corte clássico, ela acendeu todos seus instintos masculinos, fazendo-o querer despi-la das roupas sérias, desfazer o coque francês e soltar aqueles cabelos ruivos e deitá-la no sofá para descobrir se ela era tão gostosa quanto parecia. 

Não é justo. Ele se tornou ainda mais... Hannah não conseguia achar uma palavra para defini-lo. Bonito era uma palavra muito calma para defini-lo. Ele era intensamente masculino. Ele era sensual, melhor, sexual. 

Seus passos ficaram incertos por um segundo enquanto a boca de Markus se abria vagarosamente, em um sorriso aberto e sedutor que era tão seu, exalando confiança e magnetismo animal. Ele esticou a mão na sua direção. — Srta. Kristensen. 

Não sabendo se deveria ficar desapontada por ele não tê-la reconhecido, Hannah retirou seus óculos escuros. — Olá, — Ela fez uma pausa, impedindo a si própria de chamá-lo pelo primeiro nome. Ele será seu patrão. — Sr. Blackthorn.

Markus parou na metade da passada, olhou-a novamente e seus braços caíram para o lado quando os olhos verde-esmeralda com cílios grossos encontrou os dele. Ele franziu a testa. Que porra?

Ele estava consciente que seus próprios olhos estavam se arregalando e que ele a estava encarando. Ele também estava consciente que os ombros dela se endireitaram para trás. 

O movimento chamou sua atenção para baixo para uma figura com curvas elegantes, que ele apenas poderia qualificar como uma alta, esbelta, contemporânea estátua de Vênus, apenas para voltar de estalo para o rosto dela, chocado.

Markus não a havia reconhecido no início e aquilo não era uma surpresa em si. A última vez que ele a havia visto, ela não passava de uma menina de dezenove anos, bela, tímida e que gostava de ler. Ela também era  a filha da empregada do seu pai e alguém que certa vez considerara dar uns beijos e quem sabe algo mais. 

— Hannah.

A voz baixa e sedutora de Markus escorregou por ela e entrou sob a sua pele para dar se enroscar na sua barriga. 

Enquanto ele a contemplava, ele passou os dedos nas madeixas, bagunçando a juba de cabelos negros picados, que pareceriam muito longos se ele não fosse tão alto e grande. 

Mas qualquer sensação de gentileza que a bagunça poderia ter dado à sua aparência era contrabalanceado pelos seus olhos. Fortes e escuros, de um preto profundo, como uma noite sem estrelas, nem lua; um poço fundo, escuro como breu, que, certa vez, ela pensou que não se importaria em cair.

Aqueles olhos sombrios pousaram nas suas feições e desceram para os lábios cheios e macios.

Porra! Recompondo-se das reações mais poderosas que seu corpo jamais tiveram ante uma mulher, Markus esticou a mão para ela mais uma vez. — Já faz um tempo.

Sua voz de tenor conjurava um sem número de imagens perturbadoras na mente de Hannah: veludo pesado deslisando sobre pele nua; aço coberto por cetim. Definitivamente uma gama de contradições que ela não queria ter nada a ver, e ainda por cima, a voz de bordoir vinha junto a um tom de comando. Hannah se viu querendo chegar mais perto, chocá-lo até fazê-lo beijá-la, apenas para dar um tapa espalmado naquele rosto belo e forte. Mas os beijos viriam e ela não o esbofetearia.

Não um tempo, mas sete anos. Para Hannah parecia uma existência. Desde que o Senador Blackthorn havia demitido sua mãe da sua casa, a vida dela virara de cabeça para baixo. Era irônico que ela agora estaria trabalhando para – e ajudando – o filho do homem que havia demitido sua mãe.

Ela olhou para a mão dele como se fosse uma serpente e involuntariamente, sua língua molhou seus lábios. 

O olhar dele focou sua boca, mas nada mais além daquele gesto, denunciou a vulnerabilidade que ele percebera de relance. 

Para agora mesmo. Você está aqui pelo dinheiro. Com esforço, ela se puxou daquele aguaceiro torrencial de sentimentos sensuais. Sob seu controle de aço, suas feições ficaram sem expressão e seus dedos se fecharam ao redor da mão de Markus firme e serenamente. Numa voz uniforme, Hannah disse: — Sim, já faz um tempo. Como está, Sr. Blackthorn?

Compre agora por apenas R$14,99 e continue a ler a história de amor de Hannah e Markus!

amazon-logo_white.jpg
apple_books_2.jpg
nook.jpg
google-play-badge.png
App Kobo.jpg

Aproveite para dar uma olhadinha em MUITO MAIS que PAIXÃO!

Assine a newsletter da Cris e seja o primeiro a saber das promoções, sorteios, e presentes!

  • Mac Books Branco e Transparente
  • Google Play Branco e Transparente
  • Kobo Branco e Transparente
  • Nook Branco e Transparente
  • Instagram Branco e Transparente
  • Facebook Branco e Transparente