Do Diário da Baronesa

As Escapadas Eróticas da Esposa do Barão Beardley

Série OS DIÁRIOS, Livro 1

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Em inglês... Cris conta um pouquinho como foi escrever Chloé

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Meu marido, o décimo primeiro Barão Beardley

 

Mon Cher Journal, 

Estou animada! Estou excitada! Eu – ah! – estou tão feliz. 

Deixe-me começar do início.

Eu sou a filha única de um marquês francês empobrecido e meu nome é Chloé de la Fleur – ou melhor, era. Ontem de manhã, foi mudado para Chloé de la Fleur Beardley, porque agora sou uma mulher casada.

O nome do meu marido é Joseph Georges Charles Fitzroy Von Tussen Beardley e ele é o décimo primeiro Barão Beardley. Ele tem 40 anos e é um inglês muito rico.

Quando ele me foi apresentado na minha festa de début em Londres, eu o achei charmoso. Ele é loiro, com olhos azul-bebê, magro e não muito mais alto do que eu. Ele está mais em forma e é mais bonito do que a maioria dos homens de sua idade.

Nós conversamos por um tempo sob os olhos vigilantes da minha mãe e, quando o barão deixou a festa, ele disse que nos encontraríamos novamente.

E assim fizemos, em mais cinco ocasiões.

Em uma dessas festas, depois que dançamos, ele me convidou para uma caminhada pelo lindo jardim na parte dos fundos da mansão do Duque de Belfort, e eu disse a ele que tinha que pedir a permissão de minha mãe, que foi concedida imediatamente. Nós caminhamos para a parte menos iluminada do jardim, onde apontando para um banco de madeira, o barão me perguntou se eu queria sentar com ele.

Eu sorri e concordei.

Ele me contou sobre sua falecida esposa, que morrera em trabalho de parto, deixando-o sem herdeiros; sobre a mãe viúva, a baronesa-mãe, que ainda mora com ele – ou melhor, conosco, desde ontem; sobre suas propriedades em Londres e em Warwickshire, e seus interesses comerciais. Ele é um homem inteligente e cativante e, embora possa ter parecido chato, não o foi.

Fiz algumas perguntas educadas e também respondi educadamente quando ele perguntou sobre minha infância, estudos, amigos e minha breve vida parisiense.

Quando ele inclinou a cabeça loira e colocou o braço em volta da minha cintura, me puxando contra seu peito, eu deixei ele me beijar.

Quando ele pressionou a língua nos meus lábios fechados, eu me abri para ele.

— Suave como pétalas — ele sussurrou na minha boca antes de empurrar sua língua para dentro novamente e roçando-a contra a minha.

E então sua mão acariciava meu peito, puxando um mamilo, e eu me contorci no banco. — Não, monsieur.

— Joseph — ele me corrigiu, não parando suas carícias ao meu mamilo. Sua língua agora estava deslizando pelo meu pescoço e meus pensamentos se embaralharam.

Quando a outra mão dele vagou debaixo da minha saia e acariciou minha perna, eu tentei novamente pará-lo, segurando seu pulso. — Non, non. Joseph.

— Sim, querida? — Ele levantou a cabeça por um minuto, mas suas mãos não se moveram, nem do meu seio, nem da minha coxa. Bem, suas mãos não se mexeram, mas seus dedos estavam muito ativos, massageando meu peito e a parte interna da minha coxa.

— Ah — eu gemi com a sensação boa e quente que estava se espalhando sobre o meu corpo.

— Isso aí, querida — ele sussurrou. Sem tirar os olhos dos meus, ele colocou a mão dentro das minhas calçolas e começou a esfregar meu cabelo lá embaixo.

Sem pensar, minhas pernas se abriram e eu me inclinei para trás.

Seus dedos procuraram e encontraram minha abertura, e ele lentamente inseriu apenas uma ponta dentro, recuando quando eu me encolhi.

— Oh — eu engasguei, piscando para ele. — O que você está fazendo? — Ele não respondeu e começou a esfregar outro ponto.

Era gostoso – muito gostoso – e relaxei novamente. 

— Você é tão linda, Chloé.

Logo ele estava me esfregando rapidamente e eu estava ofegante; ele estava respirando alto e eu estava me contorcendo, até que eu gritei: — Jo-seph!

Fiquei surpresa quando me ouvi gritando de prazer e, empurrando-o para longe, eu fugi de volta para a festa, indo diretamente para o banheiro. No espelho, meu reflexo mostrava lábios avermelhados e um rosto corado. Eu podia ver meus mamilos enrugados apontando para mim pela fina gaze e renda do meu vestido de noite mais bonito. Quando ajeitei minhas calçolas, elas estavam molhadas. 

Eu estava confusa, mas – ah! – eu tinha gostado daquilo. 

Quando saí do banheiro, ele estava encostado no batente da porta. Eu hesitei, sem saber o que fazer, e baixei a cabeça. 

Ele pegou minha mão com a dele e galantemente beijou-a. — Perdoe-me por ter avançado demais, Chloé. 

Tropeçando em palavras, eu disse: — Monsieur le baron, por favor, não conte à minha mãe.

— Eu não vou contar a ninguém — ele respondeu, e continuou — mas você deve me chamar de Joseph.

Quando ele me ofereceu seu braço, eu recuei. 

— Você está com medo de mim, querida?

E em um sussurro, eu confessei: — Non, monsieur… Joseph, quero dizer. Eu estou… Nunca senti algo assim…

— Linda garota. — Ele sorriu, beijou minha testa e colocando minha mão em seu braço, me levou de volta para o lado da minha mãe. 

Depois de alguns minutos, o barão se despediu, dizendo que ligaria na manhã seguinte. 

Eu não poderia imaginar que na tal manhã seguinte ele iria propor casamento. E que meus pais o aceitariam em meu nome. 

Veja você, eu tinha 17 anos então – agora tenho 18 anos – e era uma virgem. Não, espera! Quero dizer, tenho 18 anos e ainda sou virgem. 

Eu fui criada em um convento na França e não tive muito contato com homens, a não ser nos últimos três meses, em algumas festas em Paris e Londres. Eu tinha certeza de que encontraria um rico Príncipe Encantado que resolveria todos os meus problemas – e salvaria minha família da falência.

Eu sabia que deveria casar, mas devo dizer que foi um choque. Eu não estava esperando – ou planejando – fazer isso tão rápido.

Deixe-me dizer aqui que eu não fui aos jardins com a intenção de seduzir o barão. Além disso, não pense que o barão é um sedutor de jovens garotas. Ele é um cavalheiro em primeiro lugar.

No mês que se seguiu à proposta e antes do nosso casamento, meu pai me proibiu de ver o barão sozinha, enquanto minha mãe me instruía na arte do sexo, ou como ela dizia: — O que mulher precisa suportar para sobreviver.

Para ser sincera, não me importei muito com as palestras dela, e até achei algumas coisas engraçadas. Acho que meu pai nunca fez minha mãe se sentir bem do jeito que eu me senti nos braços do barão.

O barão me levou – e a meus pais – a almoços, chás e jantares. Ele me levou – e a minha mãe – às compras. Flores frescas, deliciosos chocolates e pequenas lembranças, com seus cartões manuscritos, chegavam ao nosso apartamento alugado todos os dias. Ele me comprou um guarda-roupa novo e completo, pagou pelo meu vestido de noiva e me deu um anel de diamantes de valor inestimável.

Durante esse mês, ele roubou alguns beijos enquanto se despedia. Dois dias atrás, meu pai nos permitiu passar alguns minutos a sós, com a porta da sala aberta.

Ele não me tocou como eu estava esperando. Em vez disso, tivemos uma conversa séria, e ele me prometeu que eu não precisaria de nada em minha vida de casada, que nós seríamos muito felizes e nossos filhos seriam tão lindos quanto eu. Pouco antes de meu pai bater no batente da porta, ele me beijou apaixonadamente, dizendo que estava esperando ansiosamente pela nossa noite de núpcias.

Ontem, nos casamos em uma cerimônia luxuosa na capela do Solar Beardley, seguida por uma festa suntuosa realizada pelos jardins do lago.

Era uma bela manhã de primavera e me permitiram pela primeira vez beber champanhe.

Acho que exagerei porque depois que minha mãe me colocou na cama ontem à tarde, dormi e só acordei esta manhã.

Agora devo me lavar, me vestir e descer para tomar café da manhã com meu marido.

 

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